Você é o tipo de pessoa pra curtir, compartilhar ou inboxar?

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Analogia sobre a forma de existir que revela seu perfil. Já parou para pensar se você é o tipo de pessoa pra curtir, compartilhar ou inboxar?

Três-Tipos-De-Pessoas

Se lermos a realidade cotidiana como uma metáfora das incursões facebookianas poderíamos classificar as pessoas em três perfis. As pessoas poderiam ser classificadas como sendo para curtir, compartilhar, inboxar ou um tipo ainda mais comum, pessoas para se ignorar.

As pessoas para curtir são aquelas que muitas vezes reverenciamos não exatamente pela relevância de sua existência ou de seus fazeres. É um ato quase mecânico como o do “Bom Dia” que oferecemos sem sentir de fato no coração o desejo que o agraciado tenha um dia bom.

Pessoas pra inboxar são aquelas com as quais compartilhamos opiniões e confissões que não ficamos à vontade para revelar publicamente. São detentores de uma rara commodity: A confiança.

Compartilhar é mais que dividir. Compartilhar é de alguma forma endossar o conteúdo do compartilhamento. É dizer sem falar que comunga dos mesmos valores, sonhos e/ou desejos. É o tipo de pessoa que agrega valor aos que o acompanham. Por estas razão muitos gostam de o acompanhar.

Existe um exército de pessoas que por mais que apareçam seguem ignoradas. Sua forma de existir não atrai confiança, admiração nem respeito. Buscam incessantemente serem curtidas. Não medem esforços para serem notadas, mas mesmo assim, o máximo que promovem é o sentimento de vergonha alheia.

Esta analogia ajuda a dimensionar a distância entre aquilo que pretendemos ser e o que de fato nos tornamos. Nunca é tarde para redesenhar estratégias e se reinventar. Só assume pacto de fidelidade com o erro quem é orgulhoso o suficiente para não reconhecer que socialmente é um bloqueado.

 

Fabio Flores é geógrafo, pedagogo e humorista.

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